Processo judicial de Justin Baldoni contra Blake Lively cai
Decisão Judicial Favorável a Blake Lively em Caso de Difamação
Na última segunda-feira, um juiz rejeitou a ação de difamação de US$ 400 milhões, movida por Justin Baldoni contra Blake Lively e Ryan Reynolds. O magistrado concluiu que as acusações de assédio sexual feitas por Lively eram legalmente protegidas e, portanto, imunes a qualquer ação judicial.
Rejeição da Ação e Possibilidade de Reformulação
O juiz Lewis J. Liman desconsiderou toda a ação de Baldoni, que incluía também alegações de extorsão e outras reivindicações. No entanto, ele permitiu que Baldoni modificasse e reenviasse alguns pontos relacionados à interferência em contratos.
Reação de Blake Lively e Seus Advogados
Os advogados de Lively declararam que a decisão foi uma completa vitória e uma total vindicação para ela, além de outros envolvidos na ação, como Ryan Reynolds e Leslie Sloane. Afirmaram que a ação de “US$ 400 milhões” era uma farsa e que o tribunal enxergou isso claramente. Lively agora se prepara para buscar o pagamento de honorários advocatícios, danos triplicados e outros danos punitivos contra Baldoni e as partes envolvidas que participaram dessa litigação abusiva.
Ação de Lively e Novos Acontecimentos
Blake Lively processou Baldoni em um tribunal federal por assédio sexual e retaliação, alegando que ele e os produtores do filme “It Ends With Us” iniciaram uma campanha difamatória contra ela após reclamações sobre as condições do set de filmagem.
Baldoni, por sua vez, alegou difamação contra o The New York Times, Lively, Reynolds e seu publicitário, afirmando que eles conspiraram para arruinar sua carreira com acusações falsas.
Decisão Judicial e Privilegios Legais
Na sua decisão, o juiz Liman destacou que as alegações iniciais feitas na queixa ao Departamento de Direitos Civis da Califórnia e compartilhadas com o Times estavam cobertas pelo privilégio de litígios, que protege alegações legais de ações de difamação.
Além disso, a cobertura do Times sobre essas alegações também foi considerada protegida sob o privilégio de “relato justo”, que permite que veículos de mídia abordem processos legais sem incorrer em responsabilidade por difamação.
Ryan Reynolds, esposo de Lively, foi acusado no processo de difamar Baldoni ao chamá-lo de “predador sexual”. O juiz concluiu que Reynolds estava se baseando na versão dos acontecimentos apresentada por Lively, a qual ele não tinha motivos para duvidar.
Da mesma forma, o juiz determinou que Leslie Sloane, publicitária de Lively, não difamou Baldoni em suas interações com o Daily Mail, já que ela também se apoiou na narrativa de Lively.
Próximos Passos no Processo
Está agendado um julgamento sobre a queixa de Lively contra Baldoni e a Wayfarer Studios para março de 2026. A expectativa é que o caso continue a se desdobrar nos próximos meses, mantendo a atenção do público e da mídia.
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