Ninguém Quer: A nova comédia romântica da Netflix é real?
As polêmicas em torno de Irmãos Menendez não conseguiram abafar o sucesso da nova série adorada do público na Netflix. Com uma proposta bastante diferente da obra de Ryan Murphy, Ninguém Quer: A nova comédia romântica da Netflix é real? trouxe uma comédia romântica envolvente, capaz de aquecer nossos corações.
Nesta divertida série composta por dez episódios, conhecemos Joanne (Kristen Bell), a apresentadora de um podcast que explora relacionamentos e vida sexual, e Noah (Adam Brody), um rabino recém-separado. Como esperado, os destinos desses personagens se entrelaçam e o amor floresce entre eles.
No entanto, essa nova relação enfrenta diversos desafios: além de diferenças culturais e de crenças, Joanne e Noah precisam lidar com suas famílias, que complicam ainda mais a situação.
Com a narrativa parecendo ser algo comum nos relacionamentos da vida real, não podemos deixar de questionar: será que a série tem alguma conexão com fatos reais?
Originalidade de Ninguém Quer
Para essa pergunta, a resposta é afirmativa! Durante uma entrevista ao programa Today, a criadora da série, Erin Foster, revelou que Ninguém Quer: A nova comédia romântica da Netflix é real? é vagamente baseada em suas próprias experiências com seu marido, Simon Tikhman.
Erin contou que as ligações não são sempre visíveis: “Nem sempre são coisas tangíveis que eu possa apontar. A jornada emocional, eu diria, é bastante parecida com a experiência de conhecer meu marido”, relatou, também abordando sua conversão ao judaísmo.
Assim como a protagonista Joanne, Foster tomou a decisão de se converter ao judaísmo antes de se casar com Simon, mas essa possibilidade não estava em seus planos ao conhecê-lo: “Esta é minha visão de mundo. Ninguém vai conseguir mudá-la. Estes são meus hábitos”, refletiu Erin sobre sua mentalidade na época.
Entretanto, essa perspectiva mudou bastante ao longo do tempo: “Você conhece alguém que vira tudo de cabeça para baixo, faz você querer ser uma versão melhor de si mesmo e questionar todas as coisas que você achava que eram verdade”, concluiu.
