Amanda Seyfried cantar

Amanda Seyfried cantar: Revelações sobre seu novo papel

Amanda Seyfried Volta ao Festival de Cinema de Veneza com “The Testament of Ann Lee”

Amanda Seyfried retorna ao Festival de Cinema de Veneza, após sua última aparição em 2017, com o filme “First Reformed”. Desta vez, a atriz faz uma viagem ao passado, interpretando uma importante líder religiosa no longa “The Testament of Ann Lee”, que estreia em competições na segunda-feira.

Na trama, Amanda dá vida a Ann Lee, fundadora do movimento cristão dos Shakers no século 18. Nascida em Manchester, Inglaterra, Lee imigrou para os Estados Unidos em 1776, onde, apesar de enfrentar diversas tragédias pessoais, ajudou a criar uma sociedade utópica conhecida por seu conteúdo de igualdade sexual, design utilitário e celebração intensa da música, além de celibato.

Uma Nova Experiência Musical

Dirigido por Mona Fastvold, que co-escreveu o aclamado “The Brutalist”, o filme marca o retorno de Seyfried aos palcos musicais após “Mamma Mia! 2”. Contudo, a atriz se mostra incerta sobre como classificar sua performance vocal. “Des-cantando? Anti-cantando?”, diz ela, revelando que os sons mais “animais” que fez durante a filmagem surgiram mais da dor e da angústia de sua personagem do que de uma melodia bonita. Para ajudar a criar essa nova abordagem vocal, Amanda sentiu a necessidade de “liberar suas emoções”.

Em entrevista, Seyfried expressa sua admiração por Lee e pela diretora, afirmando que estaria disposta a segui-las em qualquer projeto. Ela menciona a importância de “The Brutalist” para a nova produção e como a colega Maxine Peake teve um papel crucial em sua jornada. “Ao fazer comédia com Sydney Sweeney, não me lembro da última vez que ri tanto”, revela.

Desafios e Transformações

Seyfried descreve a experiência de filmar como um “celebração” e um “desafio”, apontando que algumas áreas foram complicadas, especialmente no que se refere à sua interpretação vocal. Embora tenha enfrentado momentos de insegurança, como a dificuldade em se desprender do que considerava ser um canto harmonioso, a atriz afirma que se sentiu muito próxima da dor de Lee durante as gravações.

Em relação à sua preparação, Seyfried menciona momentos íntimos, como deitar no chão do estúdio em Budapeste com sua cachorra, buscando criar uma conexão profunda com a essência de sua personagem.

Uma Representação Autêntica

A atriz destaca que nunca sentiu pressões para representar de forma comercial, enfatizando a convicção e o desejo genuíno de Lee em criar uma comunidade acolhedora – um contraste ao que se costuma ver em outras lideranças. “O que uma mulher incrível!” exclama. Apesar de uma trajetória desgastante, Seyfried se sente motivada e empolgada por fazer parte de um projeto que celebra o espírito independente do cinema.

Ao falar sobre seu futuro no cinema, Amanda revela suas grandes esperanças na comédia. Com o lançamento de “The Housemaid” programado para o Natal, ao lado de Sydney Sweeney, a atriz promete uma experiência inusitada e divertida. Para ela, a melhor forma de celebrar o Natal pode ser assistindo a sua própria comédia nos cinemas.

Expectativas e Ousadia

Amanda Seyfried não apenas se destaca em suas produções, mas também desafia os limites do que significa atuar e cantar. Com um espírito ousado e uma busca inabalável pela autenticidade, a atriz promete deixar sua marca em “The Testament of Ann Lee” e em futuros projetos, transbordando arte e paixão em cada nova empreitada.
 
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